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Morre o juiz aposentado Firmino Antonio Freitas Soares

Faleceu na madrugada desta quinta-feira (17) na cidade de Caxias, o juiz aposentado Firmino Antonio Freitas Soares. O magistrado morreu em casa ao ser surpreendido por um infarto. Ele tinha 74 anos.

Firmino Antonio Freitas Soares era conhecido em Timon. Na década de 1980 aqui morou onde manteve intensa atividade social, sendo advogado e membro do fundador da Loja Mestre Higino Cunha n.º 23, de Timon.

A casa que pertencia ao juiz aposentado é o prédio onde hoje funciona o setor de regulação da Secretaria Municipal de Saúde de Timon, na avenida Paulo Ramos,244, no centro da cidade.

Firmino Antonio Freitas Soares foi juiz nas cidades de Paraibano, Parnarama, Chapadinha, Imperatriz, Caxias e São Luís. Após se aposentar na capital maranhense, o magistrado voltou a morar em Caxias, sua terra natal.

O sepultamento dele está previsto para acontecer em Caxias no final da tarde desta quinta-feira(17).

 

Confira abaixo um pouco da biografia dele:

 

FIRMINO ANTONIO FREITAS SOARES, batizado FIRMINO ANTONIO, nome profissional FIRMINO FREITAS, é caxiense por opção e por determinação de lei.
Estudou as primeiras letras com sua mãe e irmãs, em casa, na Rua do Cisco nº 30 (atualmente rua Benedito Leite).

Cursou, do 1º ao 5º ano primário no Grupo Escolar João Lisboa, na Rua Aarão Reis.
Cursou o Exame de Admissão, Ginásio e até o segundo ano do curso científico no Colégio Diocesano São Luís de Gonzaga.

Quando estudava o Ginásio foi presidente do Grêmio Lítero e Recreativo São Luís de Gonzaga e presidente da União Caxiense dos Estudantes Secundários. Na época, fundou, juntamente com Enoque Torres da Rocha Filho e José Carlos Santos, e foi um dos diretores do jornal O Lábaro, primeiro jornal estudantil impresso, de Caxias.
Saído da infância, ainda mudando o tom da voz, foi locutor do Gigante do Ar serviço de alto-falante do sr. Delamar Silva, e da Empresa Eletracústica de Propaganda A Voz da Cidade, do poeta e orador Osvaldo Marques. Na mesma época foi revisor do jornal Tribuna Caxiense dirigido pelo cronista Luís Coelho Sales.

Foi locutor da Rádio Mearim de Caxias na primeira fase (1959), atendendo convite do poeta Luís Gonzaga Abreu Sobrinho, e segunda fase (1966), exercendo função de Diretor Artístico e Diretor Geral. Em São Luís (1967) foi locutor da Rádio Gurupi.
Colou grau do curso de técnico em contabilidade pela Escola Técnica de Comércio de Caxias, tendo sido o orador da turma (1971). Na Escola Técnica foi presidente do Grêmio Lítero e Recreativo Vespasiano Ramos.

Ingressou na Maçonaria, na Sereníssima Grande Loja do Piauí, na Loja Mestre Higino Cunha n.º 1, de Teresina. Foi um dos fundadores da Loja Mestre Higino Cunha n.º 23, de Timon Maranhão, onde foi Venerável Mestre (1981). No mesmo ano, foi diplomado Mestre Instalado da Sereníssima Grande Loja do Maranhão, em São Luís. No mesmo período foi sócio da Associação Internacional de Lions Clubes, em Timon.

Bacharelou-se em Direito pela Universidade Federal do Piauí. Foi escolhido, por concurso, orador da turma de 1975.

Inscreveu-se na Ordem dos Advogados do Brasil, secções do Piauí e Maranhão (principal e suplementar, respectivamente), com bancas em Caxias e Timon. Advogou, também, em várias comarcas do nordeste (1976 a 1981).

Ingressou na magistratura do Estado do Maranhão, em 10 de dezembro de 1981. Foi Juiz de Direito das Comarcas de Paraibano, Parnarama, Chapadinha, Imperatriz, Caxias e São Luís.

Participou, como advogado e como juiz, de vários seminários, congressos e encontros no Maranhão, Piauí, Pernambuco, Amazonas, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina.

Em 1994 recebeu certificado do Centro de Ensino Unificado do Maranhão CEUMA de Curso de Metodologia do Ensino do Terceiro Grau.

É detentor de alguns títulos, diplomas, placas e medalhas.

Tinha como  passatempo, além da leitura compulsiva, o colecionismo. Era numismata (coleciona moedas e cédulas), sócio-correspondente da Sociedade Numismática Brasileira e da Associação Filatélica e Numismática de Brasília.

Escreveu suas primeiras poesias quando estudava no Grupo Escolar João Lisboa. Colaborador eventual do jornal Folha de Caxias, sempre abusando da paciência do então diretor Vitor Gonçalves Neto.

Segundo consta em diploma, foi membro efetivo-fundador da Academia Caxiense de Letras Cadeira 02 Patrono: Monsenhor Clóvis Beviláqua Vidigal.

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