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Praça do Verdão desencadeia briga do prefeito Firmino Filho com governador Wellington Dias

“Chegaram em Teresina dizendo que não respeitam a lei municipal e nem a fiscalização municipal. O que fizemos? Mandamos derrubar a grade para que começassem a respeitar aquilo que é da Prefeitura”

Tradicional “Pedra do Verdão” vai ser estacionamento particular da Arena Verdão

A Prefeitura de Teresina e o Governo do Piauí estão enfrentando um impasse. No meio dessa situação está a Praça João Gayoso, mais conhecida como Praça do Verdão. Tudo começou após uma Parceria Público Privado do governo no Verdão ser iniciada e começar a gradear uma praça que, segundo Firmino Filho (PSDB), pertence ao município e não ao Estado. Do outro lado, o governador Wellington Dias (PT) diz que não, que a praça pertence ao Estado.

“Há 25 anos, o então prefeito Wall Ferraz deslocou a “pedra”, que é um comércio informal de veículos, para a Praça do Verdão. Naquela época, os próprios vendedores de carros, negociantes, não gostaram muito da ideia e já naquela época o Governo do Estado disse que aquela praça e estacionamento eram dele. E o Wall já naquela época disse ao Governo do Estado: prova! Basta mostrar o registro do imóvel. Aquela área faz parte de Teresina”, afirma o tucano.

O impasse começou quando a empresa vencedora da licitação começou a gradear a praça. Durante esse processo, a Prefeitura de Teresina alega ter informado à secretaria responsável pela Parceria Público Privado que aquela praça era um patrimônio municipal e que, por conta disso, não fazia sentido se colocar numa concessão um patrimônio que não era do Estado, mas da Prefeitura. “Mesmo assim o processo continuou”, lamentou Firmino.

Prefeito Firmino Filho

“Acho que houve um erro de procedimento por parte do Governo do Estado. O que aconteceu: ganhou-se o parceiro privado e eles passaram a tomar conta, posse e concessão do verdão e começaram a fazer o processo de engradar, colocar gradeamento na praça. Nós notificamos uma vez e eles não aceitaram a notificação da Prefeitura. Notificamos a segunda vez e não aceitaram”, destacou o tucano.

Essa atitude, para Firmino, demonstrou que os envolvidos chegaram em Teresina dizendo que não respeitam a lei municipal e nem a fiscalização municipal. “O que fizemos? Mandamos derrubar a grade para que começassem a respeitar aquilo que é da Prefeitura. Que é patrimônio da Prefeitura. Não podemos permitir que se coloque e que se privatize uma praça de forma desrespeitosa do jeito que foi feito”, criticou o prefeito.

Firmino Filho garante que a Prefeitura de Teresina tem segurança jurídica de que a praça é um patrimônio municipal e que aquele é um ponto importante da cidade porque dá oportunidade de negócio e gera emprego. “Temos certeza jurídica do que estamos falando. Não faz sentido o prefeito ser omisso num momento que a praça está sendo de forma inapropriada privatizada”, concluiu Firmino.

 

Do portal OitoMeia.com

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