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Surto de Covid contaminou mais da metade dos policiais civis de Timon; Alguns foram hospitalizados

A pandemia do coronavírus infectou 67 (sessenta e sete) funcionários da Polícia Civil na cidade de Timon. Delegados, escrivães, investigadores, servidores administrativos, vigilantes e de serviços gerais não escaparam do vírus. Alguns, inclusive, inclusive tiveram que ser hospitalizados devido à gravidade de seus casos. A informação foi passada pelo delegado Regional em Timon, Humaitan Oliveira.

Na ofensiva do novo coronavírus, duas delegadas, três escrivães e uma zeladora chegaram a pegar COVID por  duas vezes.

O avanço da doença entre os servidores policiais tem razão de ser, afinal dezenas de pessoas circulam nas Delegacias de Polícia registrando boletins de ocorrência, sendo atendidas e inquiridas por delegados, escrivães ou acusadas de crimes para confecção de procedimentos policiais. Diariamente policiais civis estão na rua apurando crimes, prendendo acusados, fiscalizando detentos soltos pela Justiça, intimando pessoas e protocolando documentos em órgãos públicos.

Servidores que registram boletins de ocorrência estão entre os mais infectados.

Desde o início da pandemia a Polícia Civil tem atuado de forma contínua, independente do quadro caótico pandêmico que a cidade se encontra, mas mesmo com os cuidados adotados é impossível não ter contato com o vírus do COVID, resultando na contaminação de mais da metade de seu efetivo.

Os trabalhadores policiais são os mais atingidos. Além dos trabalhos de natureza de policia judiciária, a Polícia Civil tem fiscalizado aglomerações, estabelecimentos comerciais, instaurando procedimentos contra aqueles que desrespeitam as medidas sanitárias decretadas e participado da Forca-Tarefa municipal de controle e combate à pandemia em Timon.

Com a autorização da vacinação aos trabalhadores da segurança pública anunciada esta semana pelo presidente da Assembleia , deputado Othelino Neto e o Secretário de Saúde do Maranhão, Lula Filho, o serviço policial poderá ser desenvolvido com mais eficiência pelos polícias estarem imunizados e não correrem risco de se contaminaram ou a seus parentes.

A vacinação agora encaminhada é um pleito justo àqueles profissionais que nunca pararam de trabalhar na pandemia e que são essenciais e da linha de frente do combate ao coronavírus, gerando segurança à população em meio ao caos em que vivemos.

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