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IML de Timon desvenda morte de juiz federal de Bacabal

O Instituto de Medicina Legal de Timon- o IML- deu um ponto final nas especulações e incertezas que cercavam o caso da morte do juiz federal Ricardo  Nohra Simões, de 54 anos, morto na cidade de Bacabal, no interior do Maranhão no último dia 12 de outubro. O magistrado foi encontrado morto na noite daquele dia no apartamento onde morava em Bacabal, a 240 km de São Luís. O juiz federal atuava como substituto na Vara Única da Justiça Federal.

O caso chamou a atenção da polícia civil e, principalmente, da polícia federal que por não havido nenhuma testemunha da morte do magistrado, suspeitou-se até que ele poderia ter sido assassinado ou envenenado.

Nesta sexta-feira (20) o eliaslacerda.com conversou com o diretor do IML de Timon, Joaquim Marques sobre o caso. O Instituto timonense fez o exame cadavérico no corpo do magistrado.Com trabalho já concluído, o diretor do IML informou que um infarto agudo do miocárdio foi o responsável pela morte do juiz.

A conclusão em laudo do IML ainda será enviada para a polícia civil de Bacabal e a superintendência da polícia federal no Maranhão.

Ricardo Nohra Simões era natural do Rio de Janeiro e havia sido empossado em janeiro deste ano após ser aprovado no 16º concurso para juiz federal substituto do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). Ele era casado e deixou a esposa e uma filha.O corpo foi sepultado no Rio de Janeiro.

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