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Juiz Simeão Pereira e Silva deixou a Vara da Fazenda Pública

Depois de longos 13 anos à frente da Vara dos Feitos da Fazenda Pública, o magistrado timonense recém-promovido pelo Tribunal de Justiça da entrância intermediária para entrância final, Simeão Pereira e Silva, vai deixar aquele cargo.

Simeão Pereira e Silva responderá somente pela Vara da Infância e Juventude.

Ainda não se sabe quem será o novo juiz dos Feitos da Fazenda Pública. O pleno do Tribunal de Justiça deve decidir o nome até a primeira quinzena de novembro.

Enquanto isso, nos dias 19 e 20 últimos, o juiz Simeão Pereira e Silva participou na histórica cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais, do IX Encontro Brasileiro dos Magistrados da Infância e da Juventude. O evento é mais um instrumento qualificador na difícil missão de ser juiz dos direitos da criança e adolescente neste país.

 

Flávio Dino tem aprovações idênticas em Timon e Caxias

A pesquisa feita pelo Instituto Exata sobre a administração do governador Flávio Dino (PCdoB) atingiu, em Caxias, 63% de aprovação; 40% classificaram Flávio Dino como um governador regular; 30% bom; 11% escolheram a opção ruim; 9% péssimo e 3% não responderam; levantamento foi feito entre os dias 19 e 20 de setembro, ouviu 500 eleitores onde a margem de erro foi de 3,5% para mais ou para menos.

Os números são muito parecidos com os de Timon. Contratado pelo eliaslacerda.com, o Instituto Merita realizou nos dias 4 a 7 último com 460 entrevistados distribuídos em 41 bairros da zona urbana, que o governador tem 62,39% de aprovação e 29,78 o reprovaram.

 

Um nome de qualidade que enfrentaria Flávio Dino

Até agora a oposição maranhense não apresentou nada de novo que possa alimentar a esperança daqueles que sonham em ver Flávio Dino derrotado em 2018 no seu projeto de reeleição. Quem poderia representar alguma mudança não está lá, mas sim do lado do próprio governador. Este nome atende por Luis Fernando Silva, o atual prefeito de São José de Ribamar. Este sim poderia provocar um embate com maior equilíbrio e oportunizar o eleitor maranhense com mais um nome de qualidade, além do próprio Flávio Dino, na disputa estadual no próximo ano.

Político experiente e sério, Luis Fernando Silva junto com Flávio Dino,  é o que há de mais novo e melhor no cenário político estadual. Sua performance como gestor municipal em São José de Ribamar foi tão reconhecida que seu antecessor, Gil Cutrim, eleito com seu apoio em 2012 e o traindo logo depois (como fez Roberto Rocha com Flávio Dino),  preferiu não ir para o embate com Luis Fernando em 2016, pois sabia que inevitavelmente seria derrotado. Estava certo. O resultado foi totalmente previsível e Luis Fernando  eleito para o seu terceiro mandato à frente do executivo daquela cidade com esmagadora maioria de votos.

Deixar a prefeitura agora para se aventurar numa eleição para governador do Maranhão em 2018, mesmo com as administrações municipais mergulhadas numa das maiores crise da história, não está nos planos de Luis Fernando que já se comprometeu com o povo de Ribamar a terminar o mandato.

Se não acontecer nenhum atropelo com o futuro político do gestor ribamarense, Luis Fernando é nome forte e de qualidade para mais adiante. Quem sabe em 2021. O tempo passa rápido, como um assopro…

 

O inferno de Domingos Dutra e o peso do executivo

Dono de uma das mais bonitas biografias política no estado, o vizinho de Luis Fernando, o prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra, está descobrindo o quão difícil é a missão de ser executivo. Prefeito de uma das cidades mais azaradas para gestores no Maranhão (ninguém sai dela com aprovação popular), Dutra, que sempre viveu à sombra do conforto do mandato legislativo, agora está provando do desgastante trabalho que dá o executivo.

Bem intencionado, mas numa cidade difícil de administrar, o político dos memoráveis discursos e inteligência incomum, tem passado por maus bocados e sua gestão continua sem agradar a maioria do povo de Paço do Lumiar.

Pra complicar sua situação, a esposa e super secretária, Núbia, não para de gerar problemas e fornecer munição para a oposição.

Filiado ao partido do governador Flávio Dino, o PC do B, a situação de Dutra não está pior por conta do apoio da gestão estadual.

Não fosse o governo do estado sua administração estaria um caos…

 

O passado nos deixou a necessidade de discutir vaidades

A Assembleia Legislativa do Maranhão ainda perde tempo com discussões que nem deveriam mais fazer parte da atualidade, mas que infelizmente precisam ser debatidas para superarmos o passado.

Um desses fatos é a absurda herança deixada pelo ex-presidente José Sarney. Ele é nome de um município do estado e a assembleia aprovou um projeto no último dia 17 para a realização de plebiscito para alterar a nomenclatura do município que o homenageia.

A Constituição proíbe que o nome de pessoas vivas seja atribuído a bens públicos de qualquer natureza. O que inclui municípios.

A colocação de nomes de políticos em cidades é típico de governos militares que trabalhavam a personificação de líderes.

No Maranhão o sobrenome Sarney sempre foi nome de diversos lugares sendo, por isso,  motivo de chacota nacional…

 

Governador Lobão também na mira da mudança

Além de Sarney, o senador Edison Lobão (PMDB) também pode deixar de ser nome de cidade. Desde 2013, tramita na Assembleia Legislativa projeto para mudar o nome do município de Governador Edison Lobão para Ribeirãozinho.

 

Suicídio no povoado Campo Grande

Muita gente achou estranho e até desconfiou que a dona de casa, dona Maria das Graças Ribeiro de Sousa, de 72 anos, talvez não tivesse cometido suicídio, pela maneira nada comum de que ela deu cabo na própria vida: usou uma faca para cortar a própria garganta, no povoado Campo Grande, na segunda-feira (17).

Muito conhecida por ter um estabelecimento comercial naquele povoado, dona Graça foi encontrada morta no banheiro.

Exames no IML de Timon comprovaram que foi mesmo suicídio. Seus familiares dizem que aposentada estava depressiva, sofria de hipertensão e era diabética.

Lamentável…

 

Concursos públicos à vista no governo do Maranhão

A proposta de Orçamento do Governo do Maranhão para 2018 prevê a criação 931 vagas para contratação de pessoal em nove secretarias e órgãos da administração direta e indireta. As oportunidades serão oferecidas por meio de concursos públicos e seletivos, para nível médio e superior. De acordo com a proposta, enviada à Assembleia Legislativa, haverá investimentos de R$ 67,7 milhões para garantir as novas contratações.

Veja o que está previsto na criação e/ou no provimento de cargos e empregos, admissão ou contratação:

– Secretaria da Justiça e da Administração Penitenciária (SEAP): 120 vagas;

– Fundação da Criança e do Adolescente (FUNAC): 100 vagas;

– Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e Consumidor do Maranhão (PROCON-MA): 51 vagas;

– Secretaria de Estado da Educação (SEDUC): 457 vagas

– Universidade Estadual da Região Tocantina (UEMASUL): 30 vagas;

– Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial do Maranhão (INMEQ): 43 vagas;

– Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED): 100 vagas;

– Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (SEPLAN): 20 vagas;

– Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC): 10 vagas.

(Da assessoria)

 

2 cometários

Mário Fortuna
Comentou em 23/10/17

Tem meu apoio a mudança de nome dessas cidades supracitadas, inclusive a sugestão de nome para uma delas, Ribeirãozinho, é lindo se comparado ao atual.

Marcos Igreja
Comentou em 24/10/17

Elias, a respeito do nome de pessoas vivas batizar cidades e logradouros não é herança de José Sarney, embora tenha sua influência. Deu-se no governo Luís Rocha quando a Assembléia Legislativa aprovou uma emenda determinando que a homenagem trazendo um título na frente do nome, não seria ao cidadão, mas ao cargo. Comecemos aqui por Timon. A conhecida “Ponte da Amizade” tem o nome oficial de ‘”Ponte Presidente José Sarney” No caso o galardão seria ao cargo e não indivíduo. O mesmo se dá com os município de “Governador Luís Rocha” e “Gov. Edson Lobão”, entre outros. Não tenho conhecimento da revogação dessa medida. E, se houve, não é respeitada. Terra de muro baixo (Marcos Igreja)

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