Estudante namorada de capitão foi morta com tiro na cabeça; militar assumiu o crime e polícia quer saber se ela foi estuprada antes de ser morta

O Instituto Médico Legal de Teresina concluiu que a causa da morte de Camilla Abreu foi um único tiro na cabeça. A estudante foi assassinada na ultima quarta-feira (25) pelo namorado Alisson Wattson, capitão da Polícia Militar, que confessou o crime. De acordo com o diretor do IML, Antônio Nunes, o ferimento principal que vitimou Camilla foi o tiro que perfurou o crânio com sentido da direita para esquerda de cima para baixo.

“O projétil não se encontrava no corpo e a gente ainda não sabe onde ele se encontra. Vamos periciar hoje o automóvel e uma das possibilidades é que esteja lá, mas há outras possibilidades”, explicou o legista.

Segundo Antônio Nunes, o laudo ainda não foi concluído e o prazo final é de dez dias para a conclusão. Várias possibilidades já foram apresentadas para o Instituto. Uma delas é que a jovem tenha sido estuprada antes do homicídio, e um exame específico será realizado com material colhido pelo Instituto que apontará se houve ou não o estupro.

“Sem dúvida a causa da morte já é conhecida, agora tem outra coisa importante a nível de corpo que deve ser analisada. Coletamos material vaginal e esse material será submetido a um teste que vai verificar se há esperna na cavidade vaginal, bem como outros testes para vários tipos de secreções”, acrescentou.

Antônio Nunes explica que há protocolos específicos a serem adotados em casos de corpo feminino, que podem caracterizar o feminicídio. Para o diretor, até sexta-feira (03) , o IML terá as respostas para onde aconteceu o disparo contra a jovem. “Só não entregaremos o resultado na sexta se surgir alguma necessidade de perícia, mas geralmente em uma situação urgente como essa não demoramos”, conclui o diretor.

(cidadeverde.com)

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