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Mulher armada de faca só foi contida após receber dois tiros de policial militar; Ela tem problemas mentais e caso indignou populares

Testemunhas que presenciaram a cena ocorrida em Brasília contaram que a vítima tem problemas mentais. Após ser socorrida, ela foi levada à 1ª DP

Material cedido ao Metrópoles
Uma mulher levou dois tiros no joelho disparados por um policial militar, ontem, sexta-feira (16/08/2019), em frente à Feira Permanente da Estrutural. Trabalhadores da região afirmam que a vítima tem problemas mentais. Após ser atendida pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), ela foi encaminhada à 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), onde acabou presa em flagrante sob acusação de tentativa de homicídio. A arma do PM também foi apreendida pela Polícia Civil.

De acordo com os feirantes do local, a mulher mora há mais de 20 anos na região e passou a ter pertubações psicológicas após o fim do casamento. “De vez em quando, ela sai na rua sem roupa, mas a gente chama só os bombeiros. Fazemos doação de comida também, pois é uma pessoa muito necessitada”, contou um homem que preferiu não se identificar.

Ainda segundo testemunhas, a mulher estava com uma faca na mão, em frente à própria casa, quando uma viatura policial passava pela rua. “Ela faz isso às vezes, mas não ameaça ninguém. Só que o policial viu, mandou ela parar e ela continuou batendo no portão. Depois, ele deu dois tiros de .40 na perna dela”, comenta.

Além de efetuar os disparos, conforme pessoas que presenciaram a confusão, o PM ainda teria algemado a mulher no chão. “A população ficou muito revoltada. Tanto que até chamaram reforço, pois corria o risco do policial ser linchado. Nosso medo é ela não andar mais”, completou o feirante.

O que diz a PMDF

Em nota, o comando da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) ressaltou que o militar usou o progressivo da força para frear a “injusta agressão”. “Uma senhora de posse de arma branca investiu contra os componentes da viatura durante patrulhamento. Diante disso, após diversas tentativas de diálogo e, como última alternativa, foi preciso desferir disparo de arma de fogo, atingindo a perna da agressora, cessando a injusta agressão”, diz o texto.

 

Do site Metrópoles

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