Águas de Timon divulga relatório sobre a qualidade da água consumida na cidade

Os parâmetros de potabilidade da água tratada distribuída à população da zona urbana de Timon, onde a Águas de Timon opera desde abril de 2015, foram consolidados no Relatório Anual de Qualidade da Água. O documento apresenta o resumo das análises da água referentes ao ano de 2016.

Foram analisados, conforme determina a legislação, cor, ph, cloro residual livre (CRL), turbidez, coliformes totais (CT) e escherichia coli (e.coli). Todos os parâmetros de qualidade da água estão de acordo com o que estabelece a portaria 2.914/2011 do Ministério da Saúde.

A qualidade da água fornecida pela Águas de Timon foi atestada pela Secretaria Municipal de Saúde do Maranhão, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental, segundo comprova o relatório 11/2016. Em Timon, a água que abastece os moradores da zona urbana é de qualidade. A produção, ampliada em 30% pela concessionária, atende de forma universal à população.

A concessionária atua com captação subterrânea e superficial, ou seja, através de poços tubulares e do rio Parnaíba, que dá nome à Estação de Tratamento de Água, inaugurada pela Águas de Timon, que, junto com operação de 69 poços, permite o acesso universal à água tratada na zona urbana do município.

“A Águas de Timon possui laboratório próprio e realiza mais de 4.000 análises mensais de qualidade da água. As informações constam em banco de dados, constantemente atualizado, e fazem parte do Relatório Anual de Qualidade de Água”, explica o coordenador operacional da concessionária, Gabriel Buim. Mensalmente, a concessionária disponibiliza na conta de água o acompanhamento das informações de qualidade. O Relatório Anual de Qualidade da Água está disponível no site www.aguasdetimon.com.br.

Há um ano o acesso à água tratada foi universalizado aos moradores da zona urbana de Timon. Ao longo de 30 anos de concessão, a Águas de Timon, uma empresa da Aegea Saneamento, vai investir R$ 180 milhões em obras e serviços de abastecimento de água, coleta, afastamento e tratamento de esgoto. A meta é universalizar o esgotamento sanitário na cidade em 11 anos.

(Da assessoria)

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