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Base do prefeito na Câmara de Timon entra em processo de autofagia; Luciano Leitoa, por enquanto, só assiste

Uilma Resende (atual presidente), Juarez Morais (centro)  e Chagas Cigarreiro (direita) – por enquanto são os principais protagonistas da eleição que acontecerá em abril.

A base do prefeito Luciano Leitoa na Câmara Municipal de Timon entrou claramente em processo de autofagia e a eleição para a presidência da casa, mesmo estando muito longe (só acontecerá em abril de 2018), é a principal causa da disputa.

As disputas internas começaram desde quando foram lançadas as pré-candidaturas a presidência do vereador Jair Mayner, do PSB, e de Juarez Morais, do partido Solidariedade. Sem conseguir a simpatia da maioria do grupo na casa, Jair Mayner viu o nome de Juarez Morais crescer. Já são vários os vereadores da base e até mesmo alguns da oposição prometendo votos a Juarez Morais.

Da base estão no momento com Juarez os vereadores Coca do Matapasto, Elber, Cláudia Regina, Raimundo da Ração, Ivan do Saborear, Felipe Andrade, Dr. Tuá.

Somado a esses, a mais nova declaração de apoio a Juarez teria partido do vereador de oposição, Antunes da Drogaria.

O fortalecimento de vereador do Solidariedade foi tanto que nesta semana Jair Mayner já demonstrava pouca disposição para enfrentar o pleito. Nos bastidores já se sabe que o competente e atuante vereador do partido do prefeito Luciano Leitoa deverá anunciar sua desistência da disputa.

Entre os simpatizantes da candidatura de Jair onde estão o atual presidente Uilma Resende, José Carlos Assunção, Celso Tacoani, Chagas Cigarreiro,  já foram iniciadas as estratégias que possam levar a uma outra alternativa. Integram agora como nomes alternativos para ser candidato o vereador Chagas Cigarreiro, que já foi presidente no passado e recebeu elogios de funcionários e vereadores da casa a sua gestão, e ainda o atual presidente Uilma Resende.

Por enquanto, o prefeito Luciano Leitoa tem se mantido num silêncio impressionante mesmo com a já deflagrada antecipação da corrida eleitoral pela presidência do legislativo. Nos bastidores, lideranças próximas do prefeito tem utilizado aquele velho discurso político de que Luciano Leitoa vai respeitar a independência dos poderes e não intervirá para esta ou aquela candidatura. Claro que isso é conversa para inglês ver, afinal todo gestor precisa de um presidente do legislativo alinhado politicamente aos seus interesses sob pena de ver uma Câmara criar vários problemas para sua administração.

A sorte de Luciano Leitoa é que a eleição para presidência da casa só acontece em abril do próximo ano. Ele ainda tem muito prazo para costurar um entendimento, entretanto, quanto mais tempo demora para agir, mais arranhões e fissuras vão sendo feitos na base e mais caro “politicamente” pode custar para seu governo um acordo que precisará fazer para ver de volta sua base reconstituída e minimamente unida.

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