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Gestão de Helber na Câmara segue debaixo de muitas críticas e denúncias na justiça

A nova diretoria da Câmara Municipal encabeçada pelo presidente , vereador Hélber Guimarães, segue sendo alvo de críticas e denúncias de várias irregularidades. As acusações mais frequentes são de que a diretoria da casa tem mantido intensa perseguição a vereadores que não comungam com a gestão.

Debaixo de críticas e ações na justiça por ter colocado em prática um tratamento diferenciado a vereadores, ferindo o princípio da isonomia, Helber por outro lado não tem poupado generosidade com aliados . Tem caso de vereador que já recebeu quase 100 mil reais em verbas, enquanto os que lhe fazem oposição na casa amargam não ter recebido sequer um terço disso.

Embalado na lentidão da justiça que ainda não julgou as ações que tramitam na Fazenda Pública, o presidente da Câmara Municipal de Timon 30 dias atrás exonerou 16 assessores dos vereadores que apoiam o governo municipal. A alegação foi de que seria para conter gastos. Desculpa esfarrapada e que não encontra qualquer embasamento, afinal foram mantidos os assessores do presidente e dos outros vereadores que lhe dão sustentação, que aliás, são em maior número e em muitos casos com gratificação de até 100%.

A mais nova pendenga envolvendo a administração da Câmara Municipal envolve o vereador Adão da Ceasa, do PR. O parlamentar  se licenciou por 120 dias, a Câmara reconheceu a vacância, mas não deu posse ao suplente, Edison Lima. Estão questionando a licença, alegando que ela não é legal, sendo que o afastamento de Adão da Ceasa são é semelhante ao de muitos outros e nunca se questionou antes. “É pura perseguição pelo fato do Adão não compor mais o G11, que elegeu ele presidente da Câmara.

O suplente agora entrou na justiça com Mandado de Segurança com pedido de Liminar para garantir sua posse, mas o juiz Weliton Sousa de Carvalho entendeu ser melhor abrir o mérito da causa e ouvir a Câmara e Ministério Público. No entendimento dos vereadores governistas era tudo o que Helber queria, pois abrem-se os prazos,o suplente não assume e assim enquanto a causa não for resolvida a licença de 120 vai se perdendo para Edison Lima.

Chateado com as brigas internas e as perseguições que sofre na casa, um vereador desabafou para o eliaslacerda.com com a seguinte frase. “O meu consolo é saber que um dia a conta vai chegar para o presidente por esses atos absurdos que estão sendo cometidos na Câmara. Ele ainda vai pagar por isso”.

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