Hospital Alarico Pacheco já realizou quase mil cirurgias e acabou com fila de espera que durava anos

A nova gestão do hospital Regional Alarico Nunes Pacheco conseguiu superar um problema que há anos existia naquela unidade de saúde: acabou com a demanda reprimida de centenas de pacientes que necessitavam de cirurgias no hospital. Quando assumiu a direção do hospital em junho último, os diretores geral, Dolival Andrade, a diretora administrativa, Gardênia Carvalho e o diretor clínico James Ricardo, já receberam uma fila de espera com quase mil pacientes na busca por  uma cirurgia.

Dispostos a superar o problema, os diretores retiraram o atendimento ambulatorial de cirurgias eletivas e implantaram uma fila única com finalidade de reduzir a demanda reprimida de pacientes que necessitam de cirurgias e que estavam devidamente regulados pela Auditoria do Município e a Regional de Saúde.

Focando na realização de mutirões de cirurgias com o apoio das secretarias estadual e municipal de saúde e ainda a Regional de Saúde, o hospital Regional Alarico Pacheco contratou mais um cirurgião geral e um anestesista e viu a fila de espera por cirurgias diminuir até chegar a situação atual de ter extinta a demanda reprimida que tanto infelicitavam pessoas carentes que necessitavam de uma cirurgia.

Para chegar a condição atual o trabalho foi duro. Nesta primeira etapa, de julho até outubro, foram realizados mais de 800 procedimentos de pacientes devidamente regulados. E em forma de mutirão foram 30 procedimentos de cirurgias pediátricas e 12 cirurgias de nódulos mamários.

Nova etapa

Focada agora numa nova etapa de trabalho para este setor, a direção do Hospital Alarico Nunes Pacheco quer  contemplar outros tipos distintos de procedimentos cirúrgicos, pois o Hospital já conta com novos profissionais em especialidades que não existiam antes. Agora os pacientes que precisarem daquela unidade de saúde já poderão contar com  Proctologista, Gastroenterologista, Urologista, Vascular e Ginecologista.

Atualmente não existe mais uma lista de espera de pacientes que necessitam de cirurgias eletivas, cujo levantamento já foi realizado pelas gerências das unidades de saúde de Timon e municípios da região. O que existe são procedimentos que não podem ser realizado no Alarico Pacheco, devido a complexidade da cirurgia, sendo assim regulados para outra unidade de saúde do estado.

O sucesso do trabalho

Acima da esquerda para a direita: deputado Rafael Leitoa, secretário de saúde do Maranhão, Carlos Lula e o diretor do hospital Alarico Nunes Pacheco, Dolival Andrade

Comemorando o sucesso do trabalho mesmo sabendo que ainda precisa o estado e a própria direção fazer muito para ver o hospital funcionando na sua plenitude, o diretor geral Dolival Andrade comemora as conquistas. Ele diz os avanços não seriam possíveis sem o apoio da secretaria estadual da saúde, da secretaria municipal de saúde de Timon e da regional de saúde.

O diretor ressaltou ainda que foi fundamental o empenho do deputado estadual Rafael Leitoa na requisição das demandas do hospital junto a Secretaria Estadual de Saúde. “O deputado Rafael Leitoa tem sido nosso braço forte nas demandas que requeremos na Secretaria de Saúde do Estado. Sem ele nosso trabalho e força de vontade teriam sido em vão. Agradeço a sensibilidade dele com o povo de Timon”, finalizou ao eliaslacerda.com o diretor Dolival Andrade.

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