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Fosse pelo “Distritão” cinco dos atuais vereadores de mandato não teriam sido eleitos em Timon

 

Acima da esquerda para a direita: Adão da Ceasa (foto preto e branco), Coca do Matapasto com Helber na coluna de cima e embaixo Henrique Júnior com Francisco Torres.

A  Câmara Federal vota amanhã (22) algumas mudanças na reforma política. Dentre as propostas que deverão ser colocadas em votação está a emenda que estabelece o modelo “Distritão”para a escolha de deputados federais, deputados estaduais e vereadores.  Este modelo onde são extintas as coligações proporcionais e os eleitos serão somente aqueles mais votados, tem gerado muitas críticas, especialmente de cientistas políticos e lideranças progressistas que vem nele um retrocesso para a democracia brasileira, pois entendem que o distritão favorece as candidaturas mais ricas e os políticos de mandato.

O eliaslacerda.com fez um levantamento para seus leitores sobre a eleição de vereadores de Timon em 2016. Tivesse no pleito já vigorando o “Distritão” cinco vereadores com mandato atualmente na Câmara Municipal não teriam sido eleitos. Seriam eles: Helber (PEN- 1,099 votos), Francisco Torres(PMDB- 1,096 votos), Adão da Ceasa (PR-1,066 votos), Coca do Matapasto (SD-949 votos) e o Henrique Júnior (Podemos-927 voto).

Acima da esquerda para a direita: Leandro Belo, Neto Peças, Biú, Dr. Torquato e Vavá

No lugar destes cinco vereadores de mandato teriam sido eleitos Leandro Belo (DEM-1,409 votos), Neto Peças (PSB-1,208 votos),Biú (PP-1,152 votos) , Dr. Torquato (PDT-1,132 votos) e Vavá (PDT-1,116 votos).

Nos bastidores da Câmara Federal partidos contrário ao Distritão se articulam para tentar barrar a proposta na votação desta terça (22).

Para as mudanças passarem a valer já nas eleições de 2018, precisam ser aprovadas nas duas Casas até 7 de outubro. Por isso, o Congresso corre contra o tempo.

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