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Partido do governador Flávio Dino homenageará em São Luis o ex-prefeito de Timon, Chico Leitoa

O PC do B do Maranhão através do Prêmio José Augusto Mochel, prestará  homenagem ao ex-prefeito de Timon, Chico Leitoa.

A premiação criada pelo próprio governador Flávio Dino em 2007, quando era deputado federal, é realizada em parceria coma  Fundação Maurício Grabois e tem por objetivo  prestar reconhecimento a lideranças políticas, militantes e entidades que tenham se dedicado às lutas sociais e causas democráticas no estado.

Além do ex-prefeito de Timon, Chico Leitoa, o atual prefeito de São Luis, Edivaldo Holanda Júnior,  o professor de direito, jurista e membro da Academia Maranhense de Letras, Agostinho Ramalho Marques Neto, o sindicalista Osvaldinho, de Santa Luzia, e a militante feminista e ativista pelo direito das mulheres com deficiência, Deline Cutrim de Lima, também receberam o prêmio.

Já o professor Roberto Brandão, outro contemplado,  reitor do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), receberá o José Augusto Mochel em nome do PPL, partido que se incorporou ao PCdoB.

Na categoria “entidade”, a Fazenda Esperança, de Coroatá, que também receberá o prêmio, será contemplada pelo “excepcional trabalho que realizam na recuperação de toxicodependentes”.

A entrega do prêmio está marcada para a próxima sexta-feira, dia 13, no Hotel Veleiros, em São Luis, a partir das 18 horas.

Quem foi José Augusto Mochel?

Um dos objetivos da premiação é reverenciar a memória do líder comunista José Augusto Mochel, que faleceu em 25 de março de 1988, em São Paulo. Mochel foi militante do movimento estudantil secundarista e universitário, marcando sua atuação no combate à ditadura militar.

José Augusto Mochel participou ativamente da luta pela redemocratização, apoiou as lutas de resistência camponesa num momento de graves conflitos pela posse da terra. Participou da luta pela anistia e ajudou a fundar a Sociedade Maranhense dos Direitos Humanos. Foi um dos reorganizadores do PCdoB no Maranhão, tendo sido candidato a deputado federal nas eleições de 1982 pelo PMDB, já que à época esse era o espaço de atuação do PCdoB, partido que estava na ilegalidade imposta pela ditadura.

1 comentário

César William
Comentou em 11/12/19

COERÊNCIA

Vejo isso como uma ação das mais coerentes. Sendo partidário ou não, adepto, amigo ou arqui-inimigo do Chico Leitoa, qualquer um que tenha memória há que se convencer diante de pelo menos dois fatos: o homem é político, de sete mil fôlegos e é coerente, mantendo-se em seu percurso ao longo dos anos, correndo riscos, indo aos extremos para não deixar desbotar bandeira que ostenta. Raro, de pares bem reduzidos neste país.

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