Projeto Timon Caboclo promoverá fatos históricos da cidade, danças folclóricas e pretende trazer grande nome da música nacional

Acima veja aspecto da avenida Paulo Ramos, centro de Timon, na década de 1980, antes de receber pavimentação asfáltica.
Depois do grande sucesso do Festival Manguda Mix, atividade que agitou  Timon com apresentações de quadrilhas,Bumba meu boi , violeiros,sanfoneiros,teatro de rua , feira de artesanato e shows com novos  talentos realizado na arena Cocais shopping  em 2018 com o apoio na época do Ministério da Cultura, vem aí outro grande evento.
Neste ano,  também no mês de Junho, acontecerá o projeto Timon Caboclo, que vai ser realizado nos dias 19 e 20 de Junho, na cidade de Timon, sendo mais uma grande opção de festival cultural durante o mês das festas juninas.
A atividade contará com o apoio do Ministério da Cidadania, através da lei de incentivo a cultura e vai retratar a Timon dos anos 70 e 80 com painéis que vão trazer fotos históricas da Cidade.
Vários cenários serão apresentados, com homenagem a locais famosos no passado e personalidades marcantes do município.
Além disso, haverá danças folclóricas,  festival de violeiros,mestre de rabecas, sanfoneiros, quadrilhas e muitas outras atividades culturais.
Consta também no projeto da programação, a contratação de um nome nacional da música brasileira para apresentação no evento.
Abaixo veja alguns pontos da cidade de Timon no passado e no presente :

2 cometários

Mauro
Comentou em 14/02/20

Louvável a iniciativa.
Uma cidade sem passado histórico compilado.
Alerta aos gestores!!!
Criem espaços com arquivos fotográficos, escritos, etc.

César William
Comentou em 14/02/20

MEMÓRIA É GUARNIÇÃO

Sem voltarmos ao passado, não podemos avaliar com proficiência o presente, ter noção de como foram as conquistas e dificuldades ao longo dos anos. Portanto, esse é um projeto que deveria ser estendido a todos os municípios brasileiros. Acionar a memória da população que vivenciou alguns episódios e tornar as novas gerações conscientes do legado histórico da sua urbe é salvaguardá-la. Caso contrário, Jaime Rios será apenas nome de avenida; Luis Miguel Budaruíche e Higino Cunha, duas escolas; Benedito Silvestre, um conjunto habitacional; Odylo Costa, filho, nome de uma biblioteca etc. Há que se blindar a memória da cidade, tornando-a viva, na vivacidade das agruras, alegrias e desejo da sua gente.

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