Veja os números: Timonense evita hospitais com medo de pegar coronavírus

O timonense tem evitado andar nos últimos dias nas unidades hospitalares da cidade. O fenômeno de baixa frequência em hospitais tem sido percebido especialmente após a pandemia do coronavírus que assusta o planeta.

Sabendo que as unidades médicas são os locais mais propícios para se contrair a doença por conta do grande número de pacientes que chegam nestas unidades hospitalares com as mais diferentes doenças, o timonense tem deixado sinais claros de que nos últimos dias tem evitado os hospitais e só recorrido aos mesmos em casos de urgência ou emergência.

A prova concreta de que isso está acontecendo pode ser constatado nos números da principal unidade de saúde da cidade, a UPA. Num levantamento solicitado a direção daquela unidade pelo eliaslacerda.com, constatou-se que houve uma baixa de quase 50% na procura de pacientes por aquele hospital.

Veja o tamanho da queda na procura por aquela unidade de saúde nos números abaixo:

Do dia 17/03 a 24/03 foram atendidas 1.582 pacientes.

Dia 18/03 406 atendimentos
Dia 19/03 298 atendimentos
Dia 20/03 292 atendimentos
Dia 21/03 217 atendimentos
Dia 22/03 194 atendimentos
Dia 23/03 86 atendimentos
Dia 24/03 89 atendimentos

Do dia 25 a 31/03 foram realizados 710 atendimentos.
25/03 95 atendimentos
26/03 102 atendimentos
27/03 101 atendimentos
28/03 50 atendimentos
29/03 131 atendimentos
30/03 129 atendimentos
31/03 102 atendimentos

Pelos números acima percebe-se clara redução na busca daquela Unidade de Saúde no último mês de março. São observados atendimentos que decresceram saindo do dia 18 de março com 406, quando o coronavírus não era uma doença muito propagada nos meios de comunicação, para somente 102 no dia 31, exatamente quando já se tinha muita informação sobre a doença.

Neste mês de abril, de acordo com a diretoria, a UPA tem mantido a baixa procura.

 

Hospital do Parque Alvorada

O eliaslacerda.com também consultou a diretoria do Hospital Municipal do Parque Alvorada de Timon, o HPA. Aline Fonseca, a diretora, nos informou que também naquela unidade hospitalar a procura foi bruscamente reduzida após informações sobre o coronavírus. Ela informou que a procura só tem ocorrido mesmo, em sua maioria, em casos de urgência e emergência.

 

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