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Pesquisa aponta: o orgasmo vaginal é um mito

Sabendo que muitas mulheres iniciam sua vida sexual sem conhecer completamente o seu corpo, a Unimed Fortaleza lançou material gratuito para desvendar mitos que envolvem a sexualidade feminina

Clitóris gera a contração das paredes vaginais
Clitóris gera a contração das paredes vaginais

Você sabe o que é o orgasmo? Podemos explicá-lo como o pico de prazer, associado a um extremo relaxamento, que ocorre após uma relação sexual. Nas mulheres, ocorre após a estimulação direta ou indireta do clitóris, e nos homens, após a estimulação do pênis.

Orgasmo Vaginal x Clitoriano

A médica ginecologista e sexóloga, Dra. Rayanne Pinheiro, explica que a teoria da existência do orgasmo vaginal surgiu no século 19, a partir de uma afirmação de Freud, médico neurologista e psiquiatra. No entanto, de 1957 a 1965, o casal de ginecologistas William Masters e Virginia Johnson desenvolveu pesquisas sobre a sexualidade humana que contestavam a afirmação do psicanalista.

Masters e Johnson, como ficaram conhecidos, mediram a excitação sexual em 382 mulheres e 312 homens, eles descreveram em sua pesquisa como funciona o mecanismo da lubrificação vaginal e do orgasmo. Dentre as descobertas, o casal percebeu que o orgasmo feminino partia das terminações nervosas existentes no clitóris e que as sensações de prazer eram transmitidas para o sistema nervoso central, sendo posteriormente traduzidas em contrações vaginais de altíssima frequência.

Por isso, não se pode separar os tipos de orgasmo feminino em vaginal e clitoriano, pois só há um ponto de partida: o clitóris. O órgão gera a contração das paredes vaginais, o que dá a sensação de que a vagina é o órgão efetor do orgasmo. Para uma mulher alcançar o orgasmo, é essencial saber onde está o clitóris e como estimulá-lo.

Aprenda sobre a sexualidade feminina

Conhecer os órgãos do próprio corpo, ou seja, compreender sua anatomia e a função de cada órgão é essencial para que homens e mulheres tenham relações sexuais prazerosas. Mas, especialmente para as mulheres, falar e discutir sobre sexualidade feminina ainda é visto como um tabu.

Baixe o guia da Sexualidade Feminina

Para a Dra. Rayanne Pinheiro, fatores como vergonha, questões culturais e falta de informação contribuem para esse cenário, mas a profissional reforça que a mulher deve procurar ser responsável pelo seu próprio prazer sexual. Uma mulher empoderada conhece a si mesma e seus pontos de estímulo, por isso sabe guiar o(a) parceiro(a) durante o sexo, mostrando como e o quê fazer.

Com o objetivo de empoderar mais mulheres e disseminar o conhecimento a respeito da sexualidade feminina, a Unimed Fortaleza lançou em parceria com a médica ginecologista e sexóloga Dra. Rayanne Pinheiro, o e-book exclusivo: Guia da Sexualidade Feminina. Você pode baixá-lo gratuitamente para conhecer mais sobre:

1. A localização do clitóris (anatomia feminina);

2. Desejo feminino e a falta dele;

3. Masturbação feminina;

4. Sexo na gravidez;

5. Higiene íntima;

6. E muito mais!

 

De O Povo

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