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Partidos aliados de Socorro Waquim não querem coligação com Edivar Ribeiro

edivar e socorroNão é só o prefeito de Timon, Luciano Leitoa que terá uma trabalheira danada para acomodar os vereadores de peso político-eleitoral Kenedy Gedeon (PRP) e Dr. Tuá (PMN) numa coligação proporcional. Na oposição também já começam a surgir problemas semelhantes.

Quem está nesta situação é o PMDB da professora Socorro Waquim. Na sigla, embora todos ainda comemorem a adesão do ex-vice-prefeito Edivar Ribeiro pelo Partido Verde a pré-candidatura da ex-prefeita, os pré-candidatos a vereador da base dela observam com preocupação a chegada dele e que destino tomará numa coligação proporcional.

Nos partidos considerados pequenos e que estão alinhados a ex-prefeita como PTN,PTdoB e PROS é sentimento comum a todos de rejeitar se coligar com o PV de Edivar Ribeiro. Eles temem que numa coligação dessas Edivar, pelo expressivo nome que possui na cidade, acabará impondo uma disputa desigual e lhes tomando uma vaga para a Câmara.

Aliado da ex-prefeita e pedindo manter seu nome no anonimato, um militante político contou ao eliaslacerda.com que a alternativa que sobraria para Edivar Ribeiro seria uma coligação proporcional PV-PMDB, entretanto há muitas resistências.

No partido de Socorro Waquim,  em conversas internas,  a maioria dos pré-candidatos a vereador já manifestaram ser contra. Os novatos e aqueles de suposto menor cacife eleitoral alegam que já possuem na sigla nomes pesados como os dos atuais vereadores de mandato, Francisco Torres e Tales Waquim.

Entre os pré–candidatos pmdebistas a opinião convergente é mesmo a de chapa fechada, ou seja, o partido saindo na proporcional sem coligação com nenhuma outra sigla.

Assim prevalecendo, o problema para acomodar Edivar Ribeiro numa coligação continuará…

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