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Ocupantes de terreno da cerâmica CIL em Timon derrubam liminar que pedia desocupação do terreno



Folguedos de Timon 2018

cilO Tribunal de Justiça do Maranhão derrubou na semana passada a liminar que autorizava a desocupação do terreno pertencente a Cerâmica CIL, em Timon (foto acima). Ocupado por centenas de famílias, a área que fica às margens da BR 226 e bem próxima da rodovia MA 040, tinha liminar pela desocupação fruto de um pedido dos herdeiros da cerâmica e que foi acatado pela juíza Susi Ponte, de Timon.

Organizados em uma associação, as famílias ocupantes do local já somam mais de duzentas e ingressaram com recurso no Tribunal de Justiça conseguindo derrubar a liminar.

Em conversa com o eliaslacerda.com, Cícero Pereira Lima, presidente da associação das famílias ocupantes do local, disse que a área da cerâmica não pertence mais aos herdeiros, mas a instituições financeiras (bancos) e outras empresas que credoras da cerâmica. Ele contou que o recurso apresentado ao TJ que derrubou a liminar teve como base o fato dos herdeiros não poderem mais ser os representantes da área.

Cícero Pereira Lima acredita que a ocupação não tem volta e sua intenção agora é lutar pela legalização do local com a entrega dos terrenos as famílias ocupantes. “Só assim o poder público poderá levar infraestrutura como ruas, abastecimento de água e energia”, explicou.

Fechamento da cerâmica favoreceu invasão

Uma das indústrias resultantes do crescimento do polo cerâmico de Timon nas décadas de 1980 e 1990, a Cerâmica Industrial Ltda, a Cil, foi fechada há pouco mais de dois anos atrás.

O seu fechamento aliada a falta de vigilância no local favoreceu as invasões e ataques a equipamentos da empresa. Os últimos equipamentos e tijolos que ainda existiam na cerâmica foram levados por vândalos. No ataque sofrido pela cerâmica até o teto foi levado por marginais. anuncio carlos fernandes

 

 

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