Bandidos usaram o nome de juiz de Timon na tentativa de aplicar golpes pelo Whatsapp

Modalidade criminosa das que mais crescem no Brasil, os golpes usando mensagens através do Whatasapp chegou a tentativa de fazer vítima amigos e parentes de uma autoridade timonense.

Na semana que passou o juiz de direito de Timon, Rogério Monteles da Costa, passou por este problema. Criminosos usando o mesmo número do telefone do magistrado estavam se passando por ele e tentando aplicar golpe em pessoas conhecias do magistrado.

Os alvos teriam sido parentes e amigos do juiz. Tanto que Rogério Monteles da Costa teve que enviar mensagens a amigos e parentes alertando-os sobre o golpe.

Através da criação de perfil falso no WhatsApp e utilizando-se da imagem do juiz, os criminosos estavam mandando mensagens para amigos e parentes dele pedindo dinheiro, mas isso depois de iniciar uma conversa que parecia despretensiosa. O pedido sempre é para que deposite dinheiro numa conta fornecida pelo criminoso.

Rogério Monteles não informou se algum amigo ou parente dele teria caído no golpe.

 

Operação no Goiás desarticulou quadrilha especializada neste tipo de crime

Na última sexta-feira (4), a polícia Civil do Estado de Goiás, através da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos –DRCC- deflagrou a Operação Data Broker.

A ação teve como objetivo desarticular organização criminosa especializada na prática de fraudes através de aplicativos de mensagens. Foram cumpridos 07 mandados de busca e apreensão, nos Estados do Goiás e de Minas Gerais.
Durante as investigações ficou demonstrada a participação de faccionados de uma organização criminosa na prática delitiva.
Os presos criavam perfis fakes no WhatsApp, utilizando-se de imagens e identificação de médicos, dentistas, promotores de justiça e juízes e enviavam mensagens para os familiares próximos destes sendo que, após a troca de algumas mensagens amistosas, o criminoso solicitava depósito de valores em contas de terceiros.
O acesso às informações dos parentes da vítima era realizado através de bancos de dados ilegais disponibilizados na internet, plataformas essas sem regras específicas para a liberação de acesso aos serviços prestados.
Os criminosos utilizavam infraestruturas de venda ilegal de dados por meio dos quais buscavam números telefônicos de pessoas próximas da vítima. Em atendimento a representação policial civil, a justiça goiana determinou o bloqueio desses serviços ilegais, com a respectiva exclusão dos sites abusivos em todo território nacional. Os mandados foram expedidos por ordem da Dra. Placidina Pires – Juíza da Vara dos Feitos Relativos a Organizações Criminosas e Lavagem de Capitais do Estado do Goiás.

1 comentário

José So
Comentou em 07/09/20

Prática ilícita audaciosa criminosa abuso que deve ser punido com mais rigor na forma da lei no caso da punibilidade arrogante..

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