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Em operação contra a compra de votos, PF prende em Teresina liderança ligada ao presidente da Câmara

O presidente da Câmara Municipal de Teresina, vereador Jeová Alencar (MDB), afirmou nesta sexta-feira (27) que a compra de votos e a prisão de uma liderança ligada a ele, é perseguição política.

Hoje, a PF deflagrou operação que investiga compra de votos nas eleições do 1º turno. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão.

O parlamentar se diz vítima de ameaças e que vai reforçar a segurança pessoal. Desde o resultado do primeiro turno, tem recebido “ligações estranhas”.

“Ficou claro que é perseguição do lado de lá. Não faz nenhum sentido, envolveram uma liderança que é uma pessoa humilde. Eles não aceitam nossa vitória e nem a do Dr. Pessoa. Desde o começo da campanha, fui alertado para reforçar minha segurança, agora vejo que é necessário. Desde o resultado comecei a receber ligações estranhas. A pessoa diz que não adianta comemorar a vitória porque não vou sair vencedor”, revelou Jeová Alencar.

Foto: Roberta Aline

Foto: divulgação PF

Matéria original

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira (27) operação que investiga compra de votos em Teresina.

A PF cumpre quatro mandados de busca e apreensão em investigação que apura o crime de corrupção eleitoral (compra de votos) na capital piauiense.

O alvo da operação é o vereador Jeová Alencar, presidente da Câmara de Teresina. O delegado que preside o inquérito é Alex Chagas. Foram apreendidos celulares e computadores.

A operação Olaria foi um desdobramento da prisão de uma liderança política que ocorreu no dia 15, nas eleições do 1º turno. A PF recebeu uma denúncia de que uma liderança estava comprando votos na praça do bairro Cerâmica Cil. Ao chegar lá, os populares protegeram a pessoa, ela fugiu e a Polícia Federal só conseguiu fazer o flagrante no outro dia, após as eleições.

Além de corrupção eleitoral são investigados crimes de transporte irregular de eleitores.

“O material apreendido agora será analisado, com objetivo de comprovar os crimes investigados e a participação de outras pessoas, inclusive do candidato beneficiado”, informou a PF.

Foto: divulgação PF

Os mandados foram expedidos  o juízo da 98ª Zona Eleitoral de Teresina.

O nome da operação faz alusão à localidade de origem da liderança política presa no bairro Cerâmica Cil.

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