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Mulher morta pelo ex-marido em Teresina sofria ameaças e temia o que acabou de fato acontecendo

Foto: Reprodução/Facebook 

Ana Valeska Araújo de Moraes, morta a tiros pelo ex-marido no último sábado, dia 12, (reveja clicando aqui) frente a uma loja na zona leste de Teresina, estava sendo escoltada por seguranças armados nos últimos meses, com receio das ameaças efetuadas por Wagner Dias de Freitas, autor dos disparos. A informação foi confirmada pela delegada Luana Alves, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHHP), responsável pela investigação do caso.

De acordo com a delegada, a vítima trabalhava em uma distribuidora de medicamentos e pediu aos seguranças da empresa para realizarem sua escolta pessoal. No dia do crime, segundo informações repassadas por colegas de trabalho, ela havia dispensado o apoio porque não pretendia sair de casa.

“Ela já estava pedindo aos seguranças da empresa que fizessem a escolta dela, porque já estava com medo, estava se sentido perseguida por ele. Estava com muito receio dele atentar contra a vida dela. No sábado, ela estava sozinha, apenas com um colega, porque disse que não sairia de casa. Ela acabou saindo para fazer umas compras rápidas, foi quando ele acabou abordando. Tudo indica que realmente ele já estava perseguindo, para encontrar ela no momento que estava sozinha, o que quase não acontecia”, contou a delegada.

Ainda de acordo com a delegada Luana Alves, Wagner Dias de Freitas estava utilizando um carro alugado no momento em que matou a ex-mulher e tirou a própria vida. A principal suspeita da Polícia é de que se tratava de uma estratégia para que ele conseguisse acompanhar os passos de Ana Valeska sem ser notado.

“Pela dinâmica criminal, os dois carros, lá no local de crime, estavam estacionados um do lado do outro, o dela e o dele. O carro dele era alugado. Ele havia alugado há cerca de 20 dias. Ele abordou a vítima no carro e pediu que o colega dela saísse. Ele chegou a entrar no carro e ela saiu. Ele foi atrás e efetuou alguns disparos de arma de fogo nela e depois nele. Foram encontrados cinco estojos de munição, então, tudo indica que ao todo  foram cinco tiros. A gente está averiguando essa questão do veículo. Ele tinha carro e mesmo assim estava alugando outros veículos que ela não saberia que eram dele”, explicou a delegada.

A Polícia Civil iniciou nesta segunda-feira(14) a coleta de depoimentos de testemunhas e familiares do ex-casal. Câmeras de segurança do estabelecimento onde ocorreu o crime também devem ser analisadas para ajudar a polícia a elucidar as circunstâncias.

Os celulares de Ana Valeska e Wagner também foram apreendidos e devem passar por perícia.

 

Do cidadeverde.com

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