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Audiência vai decidir se policiais do Piauí vão a julgamento no caso da garota de Timon morta em Teresina

A 1ª Vara do Tribunal do Júri dá continuidade, nesta terça-feira (8), da audiência de instrução e julgamento contra o ex-policial militar Aldo Luis Barbosa Dornel e o cabo da Polícia Militar Francisco Venicio Alves, suspeitos de participação na abordagem policial que matou a menina Emilly Caetano Costa, de oito anos, no dia 25 de dezembro do ano passado.

A audiência foi iniciada no dia 10 de abril deste ano no Fórum Criminal. Ela foi suspensa por conta da ausência de uma testemunha de acusação, o Ministério Público pediu a remarcação para hoje.

A assistência de acusação, o advogado da família, João Marcos Parente, disse que a testemunha é ocular por estar próximo à cena do crime. Ele seria frentista de um posto de gasolina.

“Só essa testemunha não é suficiente para provar a autoria, mas nós já temos outras provas que comprova a autoria do crime”, ressaltou.

O promotor João Paulo Santiago Sales substitui o promotor Régis Marinho nesta audiência. João Paulo explicou que Régis Marinho acompanha hoje um julgamento e, por isso, ocorreu essa mudança no segundo momento da audiência.

O advogado de defesa, Wagner Martins, rebateu as acusações e disse que as provas não são satisfatórias para acusar que Dornel atirou e matou a criança.

“O que nós esperamos de hoje é a chegada dessa prova de que o fragmento tenha percorrido a arma do Dornel. O que se quer é um acusado para calar a boca da sociedade”, afirma a defesa.

(Cidadeverde.com)

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