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Polícia procura irmão de prefeito que agrediu a ex-companheira e pretendia ser candidato a deputado estadual

Ludmila com Lúcio na foto acima; hematomas por todo o corpo e celular quebrado.

A polícia civil do Maranhão ainda tenta localizar o empresário Lúcio Genésio, foragido da justiça desde que o juiz Clésio Coelho Cunha decretou sua prisão por ter agredido sua ex-companheira, a advogada Ludmila Rosa Ribeiro da Silva. O empresário é irmão do prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio  e estava filiado ao mesmo partido do gestor, o Avante, com objetivo de ser candidato a deputado estadual nas próximas eleições.

Na tarde de ontem (13), a advogada Ludmila Rosa Ribeiro da Silva prestou depoimento para a polícia civil. Segundo a delegada titular da Delegacia da Mulher, Wanda Moura, Ludmila contou que, após as agressões, não conseguia nem andar.

“Essa é a nossa cultura machista, onde muitos homens se veem dono da mulher. Ele queria ver o celular dela e ela não deixou. Após eles terem saído restaurante onde tinham se encontrado, ele a levou para o carro dele. Dentro do veículo ele travou a porta, tomou o celular e passou a agredi-la fisicamente com socos e cotoveladas. Após as agressões ele a levou até próximo do condomínio onde ela morava. Chegando lá, ela se jogou na hora em que ele abriu a porta do carro. Foi quando vizinhos olharam e a socorreram. Ela não conseguia nem ir andando”, narrou a delegada.

Ainda segundo a delegada, Ludmila e Lúcio estavam há um ano e meio separados e tentando a reconciliação há dois meses. A razão para volta no relacionamento seria o filho do casal, fruto de um momento em que os dois conviviam juntos. O motivo da separação foi a primeira agressão de Lúcio ocorrido durante a gravidez de Ludmila. O processo desse caso corre na cidade de Pinheiro.

Neste fim de semana, a justiça pediu a prisão preventiva de Lúcio pelas agressões a sua ex-companheira. O pedido de prisão foi protocolado pelo Ministério Público, por meio da promotora Bianka Sekkef Sallem Rocha. O delegado de Polícia Civil, Válber Braga, que arbitrou fiança ao agressor, também deve ser investigado pela Corregedoria a pedido da Justiça.

Neste momento, Lúcio é considerado foragido. Segundo a delegada Wanda, as buscas continuam no intuito de localizar e prendê-lo. “As investigações continuam. Sendo localizado, ele será ouvido e só será solto se a justiça determinar”, declarou.

(Com informações do G1 e blog do Marrapá)

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