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Coligações proporcionais se tornaram dor de cabeça para Luciano Leitoa e Alexandre Almeida



Folguedos de Timon 2018

luciano e alexandreArrumar os partidos políticos aliados em coligações proporcionais está dando dor de cabeça tanto nas coordenações de campanha da situação quanto da oposição em Timon. Tanto o prefeito Luciano Leitoa quanto o deputado Alexandre Almeida estão com dificuldades em acomodar partidos aliados em coligações que buscam vagas para a Câmara Municipal.

No grupo do prefeito Luciano Leitoa três vereadores de mandato continuam sem saber com que partidos vão se coligar: Ivan do Saborear (PTB), Dr. Tuá (PMN) e Leandro Belo (DEM) estão soltos e precisam encontrar partidos para fazer coligações que possam lhes permitir continuar almejando voltar para a Câmara Municipal em 2017.

Mas a situação não está fácil. Partidos sem vereadores de mandato estão resistindo aos nomes e não querem se coligar com nenhum dos três parlamentares. A solução encontrada pelo prefeito deve ser mesmo distribuí-los nas coligações que tem como base o PSB e PDT, as duas siglas puro sangue leitoista. Ivan iria para uma coligação com o PSB e Dr. Tuá com o PDT.

O prefeito tenta emplacar o terceiro vereador solteiro da base, Leandro Belo, numa coligação com o PEN.
As dores de cabeça da oposição

Confusão grande também existe na oposição. Na base de Alexandre Almeida, espertamente, as siglas PSL,PT do B e PR, fizeram logo uma coligação e fecharam as portas para as demais. O mesmo procedimento tomou o partido do próprio Alexandre Almeida, o PSD,  com PHS e PTN. Com a mesma finalidade de fugir de nomes conhecidamente apontados como fortes pré-candidatos fez o PROS, PSC e PRB ao formarem aliança.

Considerados nomes fortes dentro de qualquer coligação, o ex-vice-prefeito Edivar Ribeiro, do PV, junto com vereador Biú e o empresário Ramon, estes últimos do PP,  ficaram a ver navios. Foram boicotados pelas outras siglas e continuam vagando sem saber para onde vão ficar.
A situação provocou a ira do empresário Ramon Alves que ao tomar conhecimento das coligações fechadas anunciou que ressuscitará sua pré-candidatura de prefeito. “Isso é só pressão dele para arrumar uma coligação proporcional para o partido dele. Ele não será candidato a prefeito coisa nenhuma. É só arrumar uma coligação proporcional boa pra o partido dele que ele desiste dessa ideia”, avaliou pedindo sigilo de seu nome um dirigente partidário da base de Alexandre Almeida.

Até o fechamento das coligações proporcionais os partidos terão muito tempo para conversar. Ainda há prazo para fechar entendimento. A tendência é que esses problemas sejam dirimidos, mas que tá dando muita dor de cabeça nas coordenações de campanha, ah, isso tá…

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