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Artigo: A Cultura como instrumento de desenvolvimento.

Olá amigas e amigos,

Em um mundo cada vez mais plural, cujas fronteiras foram ofuscadas pela globalização e conectividade, valorizar e investir na cultura deve ser prioridade de todo governo.

Com efeito, aqui em Timon pensamos a cultura como instrumento de desenvolvimento educacional e econômico.

Vejamos, por exemplo, a Escola de Arte Beija-flor. Um belíssimo projeto da Secretaria de Educação que oferta gratuitamente, no contra turno escolar, a mais de 1.600 crianças, aulas em 14 diferentes modalidades culturais.

Trata-se do cumprimento fiel do que exige nossa Constituição Federal quando consagra a educação como “direito de todos e dever do Estado e da família”.

Em síntese, quando buscamos oferecer uma educação pública, gratuita e de qualidade, a cultura compreende justamente este último elemento.

Finalmente, em que pese a simbiótica relação entre educação e cultura, cabe também valorizar seus aspectos econômicos.

É o que vimos, por exemplo, no último final de semana, quando organizamos a XXVI edição do Folguedos de Timon.

Mais do que uma grande festa ou palco para apresentação dos expoentes da nossa cultura popular, o evento se constituiu em um importante vetor da economia local.

A rede hoteleira completamente ocupada pelos turistas que nos visitaram e o lucro dos bares, restaurantes e balneários compõem apenas uma parte daquilo que as festas juninas produzem de riqueza.

Esta equação deve ainda levar em consideração os barraqueiros que vendem comida e bebida, os comerciantes que lhes fornecem estes produtos; as lojas de decoração e tecidos, responsáveis pela beleza característica desta época do ano; os taxistas e mototaxistas, assim como os motoristas de ônibus e vans que transportaram o público e os brincantes, além dos seguranças particulares e toda equipe de apoio e os cachês pagos aos artistas locais para se apresentarem.

Cabe ressaltar que a importância dos Folguedos novamente se materializa quando este inaugura o período dos festejos juninos, que trazem consigo diversas outras festas, nos mais diversos bairros e comunidades, que igualmente aquecem nossa economia.

Deste modo, observamos a cultura por um viés estratégico, que valoriza seus aspectos sociais e econômicos e os direciona em benefício de toda a cidade. Dizer o contrário, mais do que mesquinhez política, é não entender nada desta política pública.

Assim, quero agradecer publicamente a todos que contribuíram para a exitosa realização da XXVI edição dos Folguedos de Timon. Contribuíram imensamente com a Fundação Municipal de Cultura, o gabinete do prefeito, as Secretarias de Limpeza, Saúde e Meio Ambiente, o Departamento de Iluminação Pública, a Guarda Municipal e o Departamento Municipal de Trânsito, além da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militares.

Agradeço, ainda, à imprensa local e de Teresina que permitiram que a beleza da nossa arte chegasse a todos que não puderam estar conosco nos três dias de festa.

Finalmente, penhoro os mais sinceros agradecimentos a todos os grupos de dança, bumba-meu-boi e quadrilhas, sem esquecer os violeiros e repentistas, sanfoneiros, baiões e skemas que fazem a cultura popular da nossa cidade. A poesia dos seus versos, acordes e coreografias refletem o que de melhor tem o nosso povo: força e resistência.

 

Saney Sampaio

Presidente da Fundação Municipal de Cultura

Secretário de Assuntos Institucionais.

Timon – Maranhão

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