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Triste ! Brasil bate novo recorde ao passar os 400 mil mortos por Covid-19

Brasil atinge a triste marca de 400 mil mortos
Brasil atinge a triste marca de 400 mil mortosDaniel Castelo Branco
Rio – O Brasil bateu mais um triste recorde nesta quinta-feira (29): o país ultrapassou a marca de 400 mil mortos por Covid-19, chegando a 400.021 mortes e 14.541.806 casos confirmados, de acordo com dados do consórcio de imprensa. A marca foi atingida apenas 36 dias depois do país alcançar 300 mil mortos
Após mais de um ano de pandemia, o país ainda enfrenta dificuldades no combate ao coronavírus, com lentidão na vacinação, denúncias de fura-filas, falta de doses em diversas cidades e politização da pandemia. Mais recentemente, o Senado abriu uma Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI) para investigar a responsabilidade do Governo Federal na omissão do combate ao coronavírus.
Além do cenário político conturbado, as perspectivas dos rumos da pandemia no país não são das melhores. Segundo especialistas em saúde, o Brasil viverá uma terceira onda, com possível pico de casos em junho, por conta do Dia das Mães, data em que deve ocorrer encontros familiares, além da flexibilização do isolamento social em diversos estados.
“Com a baixa adesão as medidas de proteção individual, como não se aglomerar, usar máscaras e lavar as mãos, e levando em consideração o contexto que a gente ainda está muito acanhado no que diz respeito a vacina, a terceira onda é uma questão de tempo”, prevê a médica e presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia-Rio, Tânia Vergara.
A infectologista também frisa a pouca eficácia dos feriadões prolongados adotados por alguns estados, como no caso do Rio de Janeiro. “Inicialmente, o feriadão prolongado com certeza ajudou porque diminuiu a circulação de pessoas. Mas, se quando acaba o feriado as pessoas acham que acabou a pandemia, não resolve nada”, opina.
Outro ponto destacado por pesquisadores é de que o País continua cometendo os mesmos erros e pouco aprendeu até aqui, afirma a pesquisadora do Centro de Estudos em Gestão de Serviços de Saúde do COPPEAD/UFRJ, Chrystina Barros.
“O que a gente vê é que a Economia e a Saúde ‘não andaram de mãos dadas’ para trazer medidas que de fatos as pessoas precisam. A gente errou em não coordenar essas pastas e continuamos errando, pois esses órgãos deveriam está trabalhando para a preservação de vidas”, pontua.
Chrystina também salienta que devido ao tempo da pandemia as questões sociais também se agravaram, o que torna a situação do Brasil ainda mais delicada. “(As áreas da) Economia, Saúde e Educação não se falam. Nós estamos há um ano lutando contra a Covid e em nenhum momento os pesquisadores disseram que o lockdown deveria vir sem garantir a subsistência das pessoas”, diz.
De O Dia

1 comentário

JOZERISVALDO
Comentou em 29/04/21

Boa noite!
O Eduardo Bolsonaro tava certo em dizer ” A CHINA E CULPADA PELO VIRUS DA COVID-19″.

O ministro da economia ta certo qdo disse “A china planejou o virus da covid-19” mas o chefe maior do pais errou e errou feio por fazer vista grossa pra um virus letal no pais e nao buscar se unir com os Estados e Municípios para discutir e aplicar um plano de ação pra frear o avanço do virus da China!

Bom, as 400 mil mortes não se resume apenas naqueles que procuraram se tratar e não obtiveram resultados de cura, ou por que o gov. Federal não deu o seu menor apoio mas, sim por uma menoria que duvidaram da contaminação do virus e queriam patrocinar aglomerações e foram aglomerar e, dai se contaminaram e morreram.
São os chamados ingnorantes!

Não fosse o STF dar autonomia aos Governadores e prefeitos pra decretar medidas de prevenção, talvez estivessemos chegando a 1milhão de óbitos.

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