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Aluno atira contra colegas em colégio de Goiânia, mata dois e fere outros quatro

Fachada da escola
Fachada da escola Foto: Reprodução/Redes sociais

Um ataque armado em uma escola de Goiânia, em Goiás, deixou ao menos dois mortos e pelo menos quatro feridos nesta sexta-feira. Segundo a Polícia Civil, o atirador tem 14 anos de idade, é aluno do Colégio Goyazes e filho de policiais militares. Os feridos — uma menina e três meninos — têm entre 12 e 13 anos. A polícia investiga se o jovem sofria bullying.

Os estudantes João Vitor Gomes e João Pedro Calembo morreram no local. Suas idades ainda não foram divulgadas.

O suspeito entrou com a arma, uma pistola .40, na mochila e acabou apreendido. Ele foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para exame de corpo delito e seguiu para a Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais (Depai). Uma imagem que circula pelas redes sociais mostra o jovem sentado, com as mãos para trás, sendo questionado por um policial militar dentro de uma sala de aula. O EXTRA não publicou a foto por se tratar de um menor de idade.

Segundo relatos, o adolescente de 14 anos sofria bullying na escola, o que pode ter motivado o ataque contra colegas de classe em sala de aula. Depois de um disparo dentro da própria mochila e de um tiro para o alto, o estudante mirou em um jovem, sentado atrás, que comumente implicava com ele.

Bombeiros resgatam vítimas
Bombeiros resgatam vítimas Foto: Reprodução/Redes sociais

A escola fica no bairro Conjunto Riviera. Os bombeiros enviaram cinco viaturas de resgate e um helicóptero para o local. A vítima em estado mais grave já foi resgatada pela aeronave e levada ao Hospital de Urgências da cidade. Outras duas foram encaminhadas à mesma unidade de saúde.

A unidade de saúde informou que as vítimas estão em estado grave. Um menino chegou consciente, com respiração espontânea, e passa por avaliação dos médicos. Uma menina também estava orientada no momento do resgate, mas respira com suporte de cateter de oxigênio. Outra menina está sedada e intubada e passa por exames.

A Polícia Militar e o Batalhão de Operações Especiais (Bope) estão no local. O Colégio Estadual Irmã Gabriela, que fica na mesma rua, informou que estuda a possibilidade de suspender as aulas.

MÃES DE ALUNOS RELATAM PÂNICO

A mãe de uma das crianças que estava na mesma sala em que ocorreu o tiroteio contou que a filha, de 13 anos, relatou momentos de pânico na sala de aula após os disparos. A jovem, estudante do oitavo ano, disse que em um primeiro momento achou que o barulho dos tiros era de estalos de bombinhas. Depois, quando viu a arma, que segundo ela seria uma pistola, saiu correndo do local.

Os dois mortos eram amigos da adolescente, assim como os quatro feridos. Segundo a mãe dela, Carolina Matos, de 37 anos, a estudante está muito nervosa e inconsolável com as cenas de violência.

— Quando minha filha viu que eram mesmo tiros, saiu correndo da sala. Ela chegou a ver alguns colegas feridos e está muito abalada porque perdeu dois colegas. Ao sair, ela teve tempo só de pegar o celular e ligar para mim. Fui correndo para a escola e a encontrei muito nervosa, houve uma comoção muito grande — disse a analista de sistemas, que preferiu não revelar o nome da filha.

Fachada de escola
Fachada de escola Foto: Reprodução/Redes sociais

Um ataque armado em uma escola de Goiânia, em Goiás, deixou ao menos dois mortos e pelo menos quatro feridos nesta sexta-feira. Segundo a Polícia Civil, o atirador tem 14 anos de idade, é aluno do Colégio Goyazes e filho de policiais militares. Os feridos — uma menina e três meninos — têm entre 12 e 13 anos. A polícia investiga se o jovem sofria bullying.

Os estudantes João Vitor Gomes e João Pedro Calembo morreram no local. Suas idades ainda não foram divulgadas.

O suspeito entrou com a arma, uma pistola .40, na mochila e acabou apreendido. Ele foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para exame de corpo delito e seguiu para a Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais (Depai). Uma imagem que circula pelas redes sociais mostra o jovem sentado, com as mãos para trás, sendo questionado por um policial militar dentro de uma sala de aula. O EXTRA não publicou a foto por se tratar de um menor de idade.

Segundo relatos, o adolescente de 14 anos sofria bullying na escola, o que pode ter motivado o ataque contra colegas de classe em sala de aula. Depois de um disparo dentro da própria mochila e de um tiro para o alto, o estudante mirou em um jovem, sentado atrás, que comumente implicava com ele.

Bombeiros resgatam vítimas
Bombeiros resgatam vítimas Foto: Reprodução/Redes sociais

A escola fica no bairro Conjunto Riviera. Os bombeiros enviaram cinco viaturas de resgate e um helicóptero para o local. A vítima em estado mais grave já foi resgatada pela aeronave e levada ao Hospital de Urgências da cidade. Outras duas foram encaminhadas à mesma unidade de saúde.

A unidade de saúde informou que as vítimas estão em estado grave. Um menino chegou consciente, com respiração espontânea, e passa por avaliação dos médicos. Uma menina também estava orientada no momento do resgate, mas respira com suporte de cateter de oxigênio. Outra menina está sedada e intubada e passa por exames.

A Polícia Militar e o Batalhão de Operações Especiais (Bope) estão no local. O Colégio Estadual Irmã Gabriela, que fica na mesma rua, informou que estuda a possibilidade de suspender as aulas.

MÃES DE ALUNOS RELATAM PÂNICO

A mãe de uma das crianças que estava na mesma sala em que ocorreu o tiroteio contou que a filha, de 13 anos, relatou momentos de pânico na sala de aula após os disparos. A jovem, estudante do oitavo ano, disse que em um primeiro momento achou que o barulho dos tiros era de estalos de bombinhas. Depois, quando viu a arma, que segundo ela seria uma pistola, saiu correndo do local.

Os dois mortos eram amigos da adolescente, assim como os quatro feridos. Segundo a mãe dela, Carolina Matos, de 37 anos, a estudante está muito nervosa e inconsolável com as cenas de violência.

— Quando minha filha viu que eram mesmo tiros, saiu correndo da sala. Ela chegou a ver alguns colegas feridos e está muito abalada porque perdeu dois colegas. Ao sair, ela teve tempo só de pegar o celular e ligar para mim. Fui correndo para a escola e a encontrei muito nervosa, houve uma comoção muito grande — disse a analista de sistemas, que preferiu não revelar o nome da filha.

Fachada de escola
Fachada de escola Foto: Reprodução/Redes sociais

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