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Veja vídeo da entrevista do menor que matou estudante de medicina em Teresina; ele cometeu 3 homicídios nos últimos 30 dias

O menor de 16 anos confessou o crime e disse que o jovem estudante reagiu ao assalto

O menor de indiciais A.G, de 16 anos, acusado de ter abordado e tirado a vida do estudante de Medicina da UFPI Antônio Rayron de Holanda, de 22 anos, crime que chocou Teresina nas primeiras horas da manhã de domingo (25), vitima de um assalto na estação da Macaúba, na zona Sul daquela cidade, tem todo um histórico de homicídios. O menor foi apreendido horas depois do crime.

De acordo com o investigador  Joatan Gonçalves, do 6° Distrito Policial, o menor é acusado de ter cometido outros três assassinatos em menos de 30 dias.  O menor foi apreendido em uma casa próximo ao local onde Rayron foi morto. O menor ainda tentou se esconder no telhado da residência, mas foi localizado pelos agentes da Polícia Civil.

“Eu fui abordar ele e no momento da ação ele tentou pegar a arma da minha mão, aí eu comecei a lutar com ele e ele mesmo se atirou, pode fazer a perícia no meu dedo, ele mesmo que se atirou. Eu queria o celular dele”, relatou o acusado em entrevista exclusiva à Rede Meio Norte.

O menor confessou ainda os outros homicídios que cometeu em menos de um mês. “A minha mãe tava em um bar quando um cara começou a alterar a voz pra ela, falar alto com minha mãe ai fui lá e matei ele com três tiros. A outra morte foi um estafeta que deu um tiro no meu pai e fui lá e matei ele. Agora esse estudante ele mesmo se matou. Ele chegou a tomar a arma da minha mão”, acrescentou.

Os policiais da Força Tática do 1° BPM e 13° BPM foram ainda até o local indicada pelo menor onde o suspeito deixou a arma de fogo. Na delegacia, a mãe do menor identificada como Meire,  ainda chegou a agredir o repórter Kilson Dione, da Rede Meio Norte, no momento em que fazia a cobertura jornalística do caso, defendendo o filho infrator.

Em entrevista por telefone nessa segunda-feira (26), o coronel Marcio Oliveira, coordenador feral de operações da PM-PI. “Nós estamos solidários com a família enlutados, agradecer a equipe do capitação Sousa Marcos e todos os policiais de forma integrada que não descansaram até a prisão desse monstro que é produzido por uma legislação atrasadas que precisa imediatamente mudada e endurecida. Não é possível que se cometa três homicídios e se fique impune. A PM só esse ano já fez 50 mil atendimentos na capital e conduziu mais de 4 mil para Central de Flagantes. Estamos prendendo as mesmas pessoas todos os dias, já tiramos mais de 400 armas de fogos da mão dos bandidos. Mas o que precisamos é de atualizar nossa legislação”, destacou.

Da TV Meio Norte

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